segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Era só fumaça...

… mas os benfiquistas foram serenos. E continuaremos a ser pois, por muita alegria que nos dê ter ganho em Alvalade a este Sporting – igual a si mesmo, mas incontido e incansável nas manifestações do seu anti-benfiquismo crónico e primário – sabemos que nos está reservada uma árdua tarefa até ao momento em que possamos afirmar que somos tricampeões.

São nove jornadas, nove batalhas, nove oportunidades para a nossa equipa continuar a demonstrar a fibra de que é feita e confirmar a qualidade que muitos teimaram (e teimam) em lhe reconhecer. 2015/16, qual 1976/77 que se deseja repetida, poderá vir a ser recordada, em caso de sucesso, pela época de Jonas, Gaitán, Mitroglou Pizzi, Jardel e outros, mas também a dos miúdos que se chegaram à frente e ajudaram o Benfica a contrariar a história anunciada.

Independentemente do campeão no final da temporada, que não haja dúvidas quanto aos derrotados já apurados. São os profissionais da contra-informação e propaganda, os militantes do “botabaixismo”, os arautos da desgraça e os insatisfeitos permanentes. O Benfica, “sem” treinador “nem” plantel ou sequer estrutura, cá está na luta pelo título. Alguns referirão a sorte, os erros dos outros e casualidades várias que consigam descortinar. Eu limitar-me-ei a agradecer pela estabilidade e liderança que permite, à nossa equipa técnica e jogadores, o desenvolvimento do seu trabalho.


Um Benfica confiante nas suas capacidades, firme nos seus propósitos, inesgotável no sacrifício e humilde e corajoso perante os adversários, em suma, à Benfica, é o que se pede nas nove “finais”, a começar com o Tondela. Somos o Benfica, “o nosso destino é o de vencer”!

Jornal O Benfica - 11/3/2016

Fim de quarentena

Todos estamos agradecidos aos benfiquistas que há uns poucos meses dedicaram parte do seu tempo, dinheiro e esforço para homenagearem vint...