segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Desaire no basket

No fim-de-semana passado, o tetracampeão Benfica perdeu o título de basquetebol. A notícia é relevante pois esta é a modalidade que, nos últimos oito anos, a par do atletismo, mais troféus tem conquistado para engrossar o imenso e inigualável espólio do Sport Lisboa e Benfica.

Seis Campeonatos Nacionais, três Taças de Portugal, quatro Taças da Liga, seis Supertaças e cinco Troféus António Pratas completam o pecúlio obtido desde há oito temporadas, fazendo recordar outros dois períodos áureos do Benfica na modalidade: Nos anos 60, de pentacampeonato; e dos anos 80 a meados dos 90, com dez Campeonato Nacionais em onze épocas, além de muitos outros títulos e troféus.

Num clube com estes pergaminhos numa modalidade, estar aquém do estatuto de campeão é, não há outra forma de o dizer, um falhanço, não obstante o sucesso em três competições (Taça de Portugal, Supertaça e Troféu António Pratas) na temporada que agora findou.

Importa, por isso, reflectir sobre a época, identificar as lacunas e perceber os fundamentos do mérito do adversário para que se possa corrigir, o mais depressa possível, o que tiver de ser corrigido. Aliás, à semelhança do voleibol, em que não nos satisfazemos com uma Supertaça, uma Taça de Portugal e a presença na final da terceira competição europeia.


Trabalhar muito, ganhar e ambicionar sempre mais é saber servir o Benfica. Quer Carlos Lisboa, quer José Jardim, sabem-no melhor que ninguém, não fossem eles, nas suas modalidades, quem mais ganhou ao serviço do clube. “Honrai agora os ases que nos honraram o passado”, escreveu Félix Bermudes. No caso destes treinadores, é a eles próprios, entre muitos outros, que se honram.

Jornal O Benfica - 3/6/2016

Fim de quarentena

Todos estamos agradecidos aos benfiquistas que há uns poucos meses dedicaram parte do seu tempo, dinheiro e esforço para homenagearem vint...