segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Ganhar, a nossa missão.

Perdoem-me a publicidade em causa própria, mas esta semana já poderá ser encontrado mais um livro da minha autoria, o “Assim se fez glorioso”, nas principais livrarias e na Benfica Megastore.

Esta obra, escrita em parceria com o Fernando Arrobas, é dedicada aos jogos mais marcantes do futebol benfiquista. Entre mais de 5.000 partidas, foi difícil destacar apenas 50, apesar de serem muitas mais as referidas ao longo do livro. Por isso, entendemos que deveríamos revelar os critérios de selecção dos jogos. Entre estes consta um que, na nossa opinião, não poderia estar mais de acordo com a filosofia benfiquista: Só incluímos jogos de competições nacionais ganhas pelo Benfica.

Não obstante a alegria que poderá representar o desfecho de um jogo, o seu carácter efémero dilui-se no objectivo único do SLB, a conquista de títulos. Por isso mesmo defendo que não se deve apostar na formação por decreto ou que os diversos projectos do clube não são fins em si mesmos, constituindo-se antes como meios para o sucesso desportivo. O Renato Sanches e a BTV são dois bons exemplos.

O Renato, à semelhança do Simões, Humberto Coelho, Chalana ou Rui Costa no passado, prova que a qualidade futebolística não requer idade mínima. Só por teimosia, para não dizer estupidez, deixar-se-ia de aproveitar tanto talento. E no Seixal há mais a despontar… Quanto à BTV, é de salientar que foi o seu sucesso que permitiu ao Benfica gozar do poder negocial que potenciou o excelente acordo com a NOS. É verdade que a BTV regredirá, mas não menos o é que o Benfica, pelo aumento relevante de receitas, estará em melhores condições de conquistar mais títulos. Afinal, a missão do clube.

Jornal O Benfica - 11/12/2015

Fim de quarentena

Todos estamos agradecidos aos benfiquistas que há uns poucos meses dedicaram parte do seu tempo, dinheiro e esforço para homenagearem vint...