segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Uma mão cheia…

… de golos abrilhantou a vitória no Restelo, a 13ª nos últimos 14 jogos disputados no Campeonato Nacional e a 7ª consecutiva na competição (a que se juntam os três triunfos na Taça da Liga), e aumentou para 59 os golos marcados à 21ª jornada. É preciso recuar a 1975/76, em que o Benfica se sagrou campeão e teve em Jordão (30) e Nené (29) os expoentes máximos de uma veia goleadora apuradíssima, para encontrar uma época benfiquista tão produtiva até esta ronda.

Jonas, com 23 tentos obtidos na principal prova nacional, é já o 52º melhor marcador de sempre do Benfica em apenas época e meia de águia ao peito. Com pelo menos 16 partidas por disputar, apresenta 28 golos por época, média que é superada somente por quatro atletas: Eusébio (42,5); Francisco Rodrigues (35,7); José Águas (34,5) e Arsénio (29,2). As estatísticas não nos dizem tudo, mas dão-nos pistas. Esta é evidente: Jonas é um dos melhores avançados da história do Benfica.

A reter está ainda o percurso fulgurante do ainda júnior Renato Sanches. A sua entrada no onze titular transfigurou a nossa equipa, conferindo-lhe a capacidade de recuperação de bola e, sobretudo, a dinâmica ofensiva que teimava em surgir esta temporada. A manter este nível exibicional, será bom começar-se rapidamente a pensar num substituto, pois estou convencido que será complicadíssimo mantê-lo no nosso plantel na próxima temporada.


Não há, nesta altura, um único benfiquista que não acredite numa vitória frente ao F.C. Porto. A nossa equipa merece este nível de confiança. Conquistou-a, jornada a jornada, após um início periclitante, que soube estancar e, creio, estará esquecido em Maio.

Jornal O Benfica - 12/2/2016

Fim de quarentena

Todos estamos agradecidos aos benfiquistas que há uns poucos meses dedicaram parte do seu tempo, dinheiro e esforço para homenagearem vint...