terça-feira, 31 de março de 2020

Desiludido...

...mas nada derrotado. Era só o que faltava. Restam onze jornadas, há 33 pontos em disputa e sejamos claros, não obstante os erros que se possam apontar à nossa equipa, temos sobretudo de lamentar a falta de eficácia e de alguma sorte também. O nível exibicional apresentado nas últimas partidas tem estado aquém do desejado, mas seria manifestamente injusto considerar que os resultados espelharam o que se passou em campo, em particular nos jogos com Braga e Moreirense, os quais, pela quantidade de oportunidades de golo criadas, poderíamos ter ganho sem contestação.

Fruto dos desaires, vimo-nos ultrapassados na classificação por um F.C. Porto que não tem convencido. Estou convicto de que, persistindo as exibições descoloridas do nosso adversário, o mais certo será, assim o permitam as equipas de arbitragem, que venha a perder pontos.

É, portanto, proibido desistir. Esta restrição aplica-se ao plantel e a todos nós, benfiquistas, a quem caberá o dever de empurrar a equipa para o bicampeonato que, não duvido, está ao nosso alcance. E diga-se, em abono da verdade, que não refiro nada de transcendental. Ainda no ano passado foi desta forma que conseguimos, todos juntos, conquistar um título que, esse sim, parecia perdido.

P.S.: A cerimónia de entrega dos anéis de platina e dos emblemas de dedicação é um dos pontos altos da militância benfiquista. Comove-me, em particular, ver a emoção dos sócios agraciados com o anel de platina e sonho com o dia, em 2028, em que receberei o emblema de ouro. E, sobretudo, satisfaz-me constatar, a cada ano, a vitalidade associativa do Sport Lisboa e Benfica. Este ano foram mais de três milhares aqueles a quem o clube retribuiu a filiação clubística!

Jornal O Benfica - 06/03/2020

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