quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

6-2


1 – Para o Montalegre, aproveitar a visita do Benfica para melhorar as instalações desportivas, ao invés de perseguir uma receita maior, foi uma grande vitória;

2 – A exibição benfiquista não entusiasmou, como outras em circunstâncias semelhantes nas últimas temporadas. Passámos, objectivo cumprido;

3 – Teve, no entanto, a particularidade de permitir, ao Benfica, completar uma série de seis vitórias consecutivas sem golos sofridos em competições oficiais. Melhor, só por dez vezes em toda a nossa história;

4 – Apesar da estatística mencionada acima, era pouco o entusiasmo. Mas o triunfo por retumbantes 6-2 ao Braga, um “candidato ao título”, foi esclarecedor. É inequívoco que este Benfica, com esta equipa técnica e estes jogadores, tem potencial para a denominada reconquista;

4 – Jonas é uma peça fundamental nesse desígnio: Marcou nas seis últimas jornadas do Campeonato Nacional, concretizou em nove das dez partidas em que foi titular. Entretanto já é o 13º melhor marcador da história do Benfica em competições oficiais;

5 – Também Gedson, no extremo oposto da distribuição etária no nosso plantel. A sua exibição frente ao Braga foi, a todos os níveis, notável;

6 – E também a de Grimaldo. Este é o caminho: uma mescla de jogadores experientes e jovens promessas, do Seixal ou de outras paragens;

1 – Não há jornada que o FC Porto não seja beneficiado pela arbitragem, deve ser um recorde;

2 – Foi com muita pena que soube da saída de Pedro Nunes do comando técnico da nossa equipa de hóquei em patins. Ganhou muito, porém menos do que mereceu. Nunca me esquecerei das arbitragens em Valongo e Alverca (Sporting) que obliteraram um inédito tetra transformando-o num parco bicampeonato.

Jornal O Benfica - 28/12/2018

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